Por linhas imperfeitas – mal perfeitas – palavras aproximadas em garranchos aflitos – tentei dizer que eu. Não sou. Bem assim. Nem bem, tampouco assim. Há sim – talvez em mim. (Abandonada a palavra definitiva não nos resta precisão). Cogitei criar um personagem que falasse por mim – idéia nada original, me lembrei que já existe: leva meu nome e apresenta o meu corpo.

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3 Respostas to “”

  1. Luciano Says:

    A idéia dos contos é toda essa. Eu, caçador de mim.
    Belo blog, mulher russa.

  2. marquito Says:

    sua gêmea maligna está no computador ao meu lado e lembrei de vc
    (quem não tem orkut sujeita seu blog a esse tipo de recadinho besta)

    beijos metalinguísticos

  3. marquito Says:

    oi

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