Outra vez me perco das bordas. Xeque – que um bispo negro deslize em minha salvação. Redenção. As bordas recuam a cada toque aflito. Com fuligem na pele, as mãos desobedientes, mancho paredes de quartos e quintos. Xeque – e toda legião se faz servil. O sangue estanca, as feridas cicatrizam. O nó insiste. E me lembro, na penumbra, vejo algo. E pressinto, não, não mais pressinto nada, foi-se. Xeque – e a providência não é mais que provisória. Vou ao fundo, toco sem leveza aquela velha fronteira. Os abalos são ouvidos ao longe. Mate. E todo o branco se faz leal.

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