Era assim então que eu me permitia, lasciva, impregnar-me de algo que era, em essência, ausência, uma recordação gasta por sóis e datas que eu rearranjava num puzzle de encaixes ambíguos,  inventava alguma continuidade quando só o que havia eram lacunas feitas de silêncio e espera.

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Uma resposta to “”

  1. Neusa Doretto Says:

    opa,opa,opa, vc é do overmundo? Olha, eu nem sabia que era!
    Estou gostando muito do que escreve.
    vou seguir,posso?

    Eu Gosto da
    PoESiA RáPiDA
    http://sinceridadebrutal.blogspot.com

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