Da plataforma central me lanço à piscina-esgoto, afundo enquanto ela já não azul, já não translúcida, opaca, fétida. Pastosa, agora é luta e quem sabe sobrevida, meus poros entupindo mornos, um rei branco sem honra, sem peões, abandonado à sorte de partículas flutuantes. Fim-de-jogo-colisão. Gritos em som lento perturbando a solução: por todo hidrato de carbono que mantem essa carne viva, pelo mal que nos empurra à escrita, destampe alguém o ralo!

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3 Respostas to “”

  1. gisseh Says:

    Uau, me senti em casa com os temas e com a gosma!

    Adorei!

  2. Luciano Says:

    Taí. Não entendi nadinha!
    beijos

  3. Luciano Says:

    Mentira, entendi sim… é o cheiro do ralo, voce sabe

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