“Como eu temia por minha própria vida, executei minha infeliz vítima num estilo, se ouso dizer, ordinário e grosseiro. Essas questões de estilo ocupam cada vez mais meus pensamentos, desde que passei a voltar todas as noites ao terreno baldio, para ver se não deixei algum indício que, por causa de minhas obras, possa me trair. Na verdade, essa coisa que é venerada como estilo nada mais é que a imperfeição ou a falha que revela a mão culpada.”

(Orhan Pamuk, Meu nome é vermelho)

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